PASTORAL DA AIDS LANÇA NOVA CAMPANHA

O objetivo principal é incentivar a adesão ao tratamento para pessoas vivendo com HIV/Aids.

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE PREVENÇÃO

Agentes da coordenação da Pastoral da Aids Regional Norte 2 participam do XIV Seminário Nacional de Prevenção ao HIV.

PASTORAL DA AIDS REALIZA ASSEMBLEIA NO NORTE 2

Com o tema “Uma Pastoral em saída... Para que vida prevaleça” @s participantes oriundos das dioceses, entre os diversos assuntos abordados, refletiram sobre a conjuntura da aids, as perspectivas pastorais e avaliaram a caminhada no regional.

PROJETO PREVENIR E TRATAR

Pastoral da Aids executa ações de incentivo ao diagnóstico precoce e tratamento para alcançar a meta 90-90-90.

PROJETO APOIADO PELO FNS: ÁGUA DOCE VHIVA

"Pastoral da Aids N2 discute ações de prevenção integral e conversão ecológica.

VIGÍLIA 2020: NO BRILHO DA LUZ, FORTALECER A ESPERANÇA!



No terceiro domingo de maio (17), a Pastoral da Aids da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove a Vigília Pelos Mortos de Aids, em todas as regiões episcopais, onde, em função da pandemia do Covid-19 indicamos que neste ano a lembrança dos mortos por causa da Aids seja feita de forma individual ou utilizando as redes sociais para sensibilizar as comunidades para a realidade da Aids, que ainda continua a provocar mortes. 

A Vigília pelos mortos de Aids é um movimento internacional que iniciou em maio 1983. Um grupo formado por mães, parentes e amigos de pessoas que morreram por causa do HIV, organizou, em Nova Iorque, a Primeira Vigília Pelos Mortos da Aids. Este ano a vigília traz o tema “No brilho da Luz, Fortalecer a Esperança”, expressão que coloca em comunhão as pessoas que faleceram e estão na presença de Deus, com aquelas que cuidam da vida e buscam que os direitos humanos sejam respeitados.  



A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde o início da epidemia, em 1981, até os dias atuais, cerca de 38 milhões de pessoas morreram de AIDS. E continuam a morrer... realidade que toca muito mais do que os que morrem: famílias, filhos, mães...  No Brasil,  segundo o Boletim Epidemiológico (BRASIL, 2019), desde o início da epidemia de AIDS (1980) até 31 de dezembro de 2018, 338.905 já faleceram por causa da Aids.    A 37ª Vigília pelos Mortos de AIDS da Pastoral da AIDS conclama a todos a manterem acesa a chama da esperança, visando fortalecer a solidariedade, os laços fraternos, o espírito comunitário e o interesse público, colocando a vida humana em primeiro lugar.  

A Pastoral da AIDS, como serviço da Igreja Católica, segue os passos do mestre Jesus e sonha em vida e saúde para todos. O sonho é que mais nenhuma pessoa se infecte com o vírus HIV e que todos os que já estejam infectados e vivem com AIDS, sejam acolhidos, acompanhados e tenham qualidade de vida garantida. “Eu vim para que todos tenham vida e a que a tenham em abundância” diz Jesus.  



Neste dia queremos fazer memória dos mortos em consequência da AIDS, e suscitar nossa solidariedade com as pessoas que vivem e convivem com o HIV, despertando toda a população para a prevenção. A igreja, mobilizada pela Pastoral da AIDS e por entidades comprometidas com a causa, dá sua contribuição promovendo a solidariedade. Lembra, ao mesmo tempo, que a morte não é a última palavra sobre o humano. Cristo ressuscitou para que transformemos os sinais de morte em sinais de vida.

PARA ALÉM DAS PANDEMIAS, TENDE CORAGEM!



            A humanidade já venceu diversas pandemias que desafiaram nossa fé, nossa ciência e nossa capacidade de organização sociopolítica. Mas, na contemporaneidade nos deparamos com duas Pandemias que acendem o sinal de alerta: AIDS E COVID-19. Geralmente, é em momentos-limite de dor ou medo que nossa fé é provada, que nosso sistema é posto em “cheque”. São oportunidades de revisar a vida, é mais um tempo de conversão. A ressurreição de Cristo já aconteceu, contudo muitos persistem na pouca fé. Porém, Jesus permanece em nosso meio a repetir: “No mundo tereis aflições. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16, 33).
            Há alguns meses nos deparamos diante da covid-19. Mas, a Pandemia da Aids precede ao novo coronavírus. E os conselhos preventivos são diversos, entretanto, muitos permanecem teimosos, duvidosos, insensíveis. Falta de fé? Ausência de Compaixão, empatia, alteridade? Talvez!
            A Igreja, sempre materna, orienta aos fiéis, para ser e estar ao lado dos que mais sofrem, os pobres. Tal prática é uma constante, seja no enfrentamento da covid-19 ou de outros temas que desafiam nossa vida pastoral. Por isso, nasceram a Campanha da Fraternidade no Brasil e as Pastorais Sociais na CNBB. São diversos os serviços organizados para uma ação sociotransformadora, prática da dimensão social da fé que constrói o Reino de Justiça e Paz.
            Dentre os serviços da Igreja Católica, está a Pastoral da Aids – com o objetivo de “Evangelizar, de forma solidária, promovendo a vida como bem maior por meio de ações de prevenção, incidência política, acompanhamento de pessoas que vivem e convivem com HIV, contribuindo no enfrentamento da epidemia do HIV, do estigma e da discriminação”.
            A aids é uma pandemia iniciada nos anos 80. Já temos controle biomédico do vírus HIV, agente causador da aids. Mas, a pandemia persiste. Pois, a aids é uma realidade biopsicossocial. Ou seja, envolve o biológico, o psicológico e o social. São saberes que precisam caminhar juntos com eficiência. Com isso, a Pastoral da Aids soma forças juntamente a outras Organizações da Sociedade Civil, que dialogando com o governo, traçam estratégias na luta contra Aids. E você faz parte deste projeto em favor da vida!


            Desde o ano de 2002, a Pastoral da Aids está organizada a nível nacional, presente em todos os regionais da CNBB e presidida por Dom Eugênio Rixen. É um grande desafio lidar com pandemias, mas a Pastoral da Aids tem muito a colaborar nestes 18 anos de experiência. Que isto sirva de luz para iluminar nosso caminho marcado com a covid-19.
            Na CNBB – Regional Norte 2, Pará e Amapá, a Pastoral da Aids atua desde de 2004. Com mais de 15 anos de serviço na Amazônia, e atualmente acompanhada por Dom Irineu Roman, buscamos desenvolver diversas estratégias de prevenção ao HIV e acompanhamento das pessoas infectadas em suas complexas realidades seja no campo ou na cidade.
            De 1980 a junho de 2019, cerca de 37,9 milhões de pessoas no mundo vivem com HIV. O Brasil tem registrado, até dezembro de 2019, 900 mil pessoas com HIV: 594 mil fazem tratamento com antirretroviral e 554 mil não transmitem o HIV. E segundo o Ministério da Saúde “135 mil pessoas no Brasil convivem com o vírus HIV e não sabem”. O Pará lidera os casos de gestantes infectadas por HIV, que somam 4.379 casos. E os casos de Óbidos já são mais de 10.000. O Estado também lidera o ranking da região norte nos casos de HIV, que entre os anos de 1980 a 2019, somam 28.655. Comparando as Unidades Federativas, o Amapá é o segundo Estado com maior índice composto, e o Pará é o terceiro. Belém, por sua vez, é a segunda capital no Brasil com maior número de casos de HIV notificados.
            Apesar desta realidade desafiadora, acreditem: seria bem pior se não houvessem trabalhos comprometidos com a promoção da vida, como a Pastoral da Aids. Mesmo durante o isolamento social horizontal, reconhecido dentre as diversas práticas de prevenção combinada ao covid-19, nossos trabalhos pastorais continuam pelos meios virtuais. Buscamos sensibilizar as pessoas para o fato de que os impactos sociais não são iguais para todas as estratificações sociais, para os diversos grupos de pessoas. Por tanto, a população que vivem com HIV é uma das que são mais expostas a situações de vulnerabilidades diante da covid-19.

            
E para construir novos tempos, buscamos fortalecer nosso trabalho profético e solidário: no aconselhamento e incentivo ao diagnóstico precoce; no acompanhamento das pessoas que vivem com HIV - PVHIV (atualmente acompanhamos 1.400 pessoas oriundos das (arqui)dioceses de Belém, Abaetetuba, Castanhal, Bragança, Marabá, Santarém e Itaituba); na distribuição de cestas básicas (média de 50 por mês pelo projeto “Vertical” em Santarém e Itaituba); na campanha do leite (média de 200 crianças soropositivas beneficiadas em Parauapebas); nas lives (in)formativas partilhadas na mídias sociais.

            Até o momento, realizamos três edições de lives, conversais virtuais mediadas pelo agente de pastoral, Eduardo da Amazônia, e intituladas “Pastoral da Aids em tempos de coronavírus”. As transmissões foram realizadas as quartas-feiras, e teve como objetivo abordar o tema do HIV num cenário de pandemia, com um envolvimento direto de cerca de 2 mil pessoas. A primeira, realizada no dia 08 de abril, teve como convidada a médica infectologista Dra. Helena Brígido que vem atuando desde o início da aids e atualmente também está envolvida no enfrentamento do coronavírus no Pará.

            Diego Calisto foi o segundo convidado no dia 15 de abril. O jovem que vive com HIV e foi diagnosticado com COVID-19, contou um pouco sobre as situações biopsicossociais vividas durante o período que esteve com coronavírus e alguns estigmas comuns na soropositividade. Na terceira transmissão, Maria das Graças e Francisco Crisóstomo (Thiesco), ambos da equipe técnica da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, abordaram sobre solidariedade ativa e direitos humanos com enfoque me Saúde.

            Sobre o enfrentamento da Pandemia causada pelo Covid-19, partilhamos as seguintes luzes: 

  • Reze todos os dias - louvando, agradecendo e pedindo o fim da pandemia da Aids e da covid-19; 
  • Ouça o que diz a Organização Mundial da Saúde e demais organizações competentes; 
  • Cuide bem de você e de todos que você ama; Não haja com preconceito, discriminação ou prejulgamento; 
  • Só compartilhe informações confiáveis; 
  • Seja solidário e fraterno. Compaixão também se aprende; Celebre a beleza de cada dia; 
  • Guarde a memória dos que morreram de Aids e decovid-19; 
  • Participe dos espaços de decisão das políticas públicas de saúde; Defenda o Sistema Único de Saúde; 
  • Valorize todos os  profissionais que estão na linha de frente durante o isolamento social e que atuam na equipe multidisciplinar na luta contra Aids; 
  • Ajude a sustentabilidade pessoal e financeira das Organizações da Sociedade Civil; Reflita e perceba que tipo de lição as Pandemias tem a te ensinar.

            No mais, não há mal que dure eternamente! Renovemos nossa fé no ressuscitado para que “todos tenham vida, e vida em abundância!” (Jo, 10,10). Na certeza de que a Rainha da Amazônia, Nossa Senhora de Nazaré, caminha ao nosso lado na alegria ou na dor.

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            Por Eduardo da Amazônia e Francisco Araújo, OFS

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Confira as lives já transmitidas.
Pastoral da Aids em tempos de coronavírus

MARIA CAMINHA COM OS POBRES

"Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes" (Lc 1, 52)

Pastoral da Aids CNBB Norte 2 divulga cartazes marianos em solidariedade as pessoas que vivem com HIV, Incentivo ao Diagnóstico Precoce, Combate ao Preconceito e Adesão ao tratamento.





Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós!


PASTORAL DA AIDS CNBB NORTE 2 + DEZEMBRO VERMELHO

Os agentes da Pastoral da Aids  - CNBB Norte 2 seguem motivados pelo Santo Evangelho na defesa da Vida e dos direitos humanos na luta contra aids. Diversas ações são realizadas entre os meses de novembro e dezembro unindo forças com OSC's e Governo para envolver o maior número de pessoas na campanha nacional denominada "Dezembro Vermelho".

ESTATÍSTICAS GLOBAIS SOBRE HIV 2019
  • *24,5 milhões [21,6 milhões—25,5 milhões] de pessoas com acesso à terapia antirretroviral (*até o final de junho de 2019).
  • 37,9 milhões [32,7 milhões—44,0 milhões] de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV (até o fim de 2018).
  • 1,7 milhão [1,4 milhão—2,3 milhões] de novas infecções por HIV (até o fim de 2018).
  • 770 000 [570 000—1,1 milhão] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS (até o fim de 2018).
  • 74,9 milhões [58,3 milhões—98,1 milhões] de pessoas foram infectadas pelo HIV desde o início da epidemia (até o fim de 2018).
  • 32 milhões [23,6 milhões—43,8 milhões] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS desde o início da epidemia (até o fim de 2018).
                O Brasil teve um aumento de 21% no número de novas infecções por HIV entre 2010 e 2018, de acordo com dados divulgados pelo Programa Conjunto da ONU para HIV/Aids, o Unaids. O número coloca o país como um dos da América Latina com maior aumento de casos - foram cerca de 100 mil em toda a região ao longo de 2018. A média de crescimento de novos casos de HIV na América Latina foi de 7%, segundo a ONU. O país com maior aumento foi o Chile (34% no período), seguido de Bolívia (22%), Brasil e Costa Rica (ambos com 21%).     Cerca de 870 mil pessoas vivam com HIV/Aids no Brasil, sendo 731 mil já diagnosticadas.  Segundo o site Agência Brasil, o Ministério da Saúde fez um alerta: 135 mil pessoas no Brasil convivem com o vírus HIV e não sabem. De acordo com os  esta fonte, das 900 mil pessoas com HIV, 766 mil foram diagnosticadas, 594 mil fazem tratamento com antirretroviral e 554 mil não transmitem o HIV. O balanço aponta ainda que o número de contaminados continua subindo no país: há um ano, eram 866 mil pessoas. Somente no ano passado, foram notificados 43,9 mil novos casos.
            Apesar do desmonte de direitos que estamos vivendo no Brasil, a Luta contra aids resiste e persiste unindo pessoas de boa vontade que diariamente doam sua vida sendo sal da terra e luz do mundo. Os avanços positivos existem, mas há também muita estagnação e retrocessos: A epidemia ainda é uma realidade muito presente entre os jovens, há quatro décadas insistem os altos índices de preconceito e discriminação, anualmente cerca de um milhão de pessoas morrem por causas relacionadas ao HIV em todo o mundo...
               Nossa luta é todo dia! Segue alguns registros das principais atividades realizadas pela equipe de agentes da Pastoral da Aids Norte 2:

Arquidiocese de Belém


Roda conversa com a Juventude belenense sobre HIV/Aids




Pastoral da Aids recebe agradecimento da Prefeitura de Belém


Palestra no Núcleo de Educação Popular. Envolvidos: Associação dos Moradores do Benguí, Grupo de Mulheres Brasileiras,  Casa de MISSÃO Sagrada Família , UEPa ,  juntos num projeto de TRANSFORMAÇÃO da sociedade : Formação de Educadores Populares.

Comunidade São Bento - benguí Celebra a Luta Contra a aids

Prefeitura de Belém reúne forças no Dezembro Vermelho

Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Aids com nossa amiga Amélia Gracia na Ação do "Arte pela Vida" realizada no CENTUR.

Participação das atividades no Hospital Barros Barreto - HUJBB/UFPA

Participantes das atividades no Hospital Barros Barreto - HUJBB/UFPA

Diocese de Marabá


Divulgação da Pastoral da Aids na Assembleia da Paróquia São Francisco de Assis - Município de Paraupebas.

O HIV é um vírus, o preconceito ignorância.



Palestra nas escolas



Ação de saúde para abrir as atividades do DEZEMBRO VERMELHO em parceria com secretaria de saúde/CTA. 
Na feira livre do Bairro Cidade Jardim/ Paraupebas.
Participação na Assembleia Diocesana de Marabá

Diocese de Abaetetuba



Palestras e incentivo ao Diagnóstico Precoce


Panfletagem na UFPA - Campus Abaetetuba


Diocese de Bragança

Missa na Paróquia São Sebastião - Diocese de Bragança



Presença na Assembleia Diocesana

Parceria com o Exército

Diocese de Santarém




Nos dia 07, 14, 21 2 28 de Novembro de 2019, a Pastoral da Aids de Santarém participou com parceira das ações do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).
Nos dias 05, 12, 13 e 16 de Novembro de 2019, em conjunto com o SPE levou informação para jovens na faixa etária de 13 a 29 anos, sobre a epidemia do HIV/AIDS. A equipe tem participação no grupo de Adesão Do CTA e no dia 1º de dezembro celebrou a Santa Eucaristia em solidariedade com a Luta contra aids.

Prelazia de Itaituba

Panfletagem em parceria com CTA na Praça do pescador em Itaituba dia 29 de novembro


Santa Missa e panfletagem na Igreja Catedral Sant'Ana



Encerramento do dia 1º de dezembro com iluminação avermelhada da Igreja da Sé prelatícia. 

Diocese de Castanhal

Celebração da Santa Missa, Panfletagem e Incentivo ao Diagnóstico Precoce.




"Lembras que abres caminhos, outros te seguiram (...) Oh, vem conosco vem caminhar, Santa Maria Vem"


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ESTATÍSTICA DA UNAIDS BRASIL SOBRE A EPIDEMIA DA AIDS 2019

Em 1º de dezembro, dia mundial de luta contra aids, diversas mobilizações são realizadas na defesa da vida, anúncio e denúncia desta árdua tarefa em favor da população mais vulnerável ao HIV. 



A UNAIDS lançou seu relatório contendo estatística da Epidemia da Aids no Brasil:

ESTATÍSTICAS GLOBAIS SOBRE HIV 2019
  • *24,5 milhões [21,6 milhões—25,5 milhões] de pessoas com acesso à terapia antirretroviral (*até o final de junho de 2019).
  • 37,9 milhões [32,7 milhões—44,0 milhões] de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV (até o fim de 2018).
  • 1,7 milhão [1,4 milhão—2,3 milhões] de novas infecções por HIV (até o fim de 2018).
  • 770 000 [570 000—1,1 milhão] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS (até o fim de 2018).
  • 74,9 milhões [58,3 milhões—98,1 milhões] de pessoas foram infectadas pelo HIV desde o início da epidemia (até o fim de 2018).
  • 32 milhões [23,6 milhões—43,8 milhões] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS desde o início da epidemia (até o fim de 2018).
Pessoas vivendo com HIV
  • Em 2018, havia 37,9 milhões [32,7 milhões—44,0 milhões] de pessoas vivendo com HIV.
    • 36,2 milhões [31,3 milhões– 42,0 milhões] de adultos.
    • 1,7 milhão [1,3 milhão–2,2 milhões] de crianças (menos de 15 anos).
  • 79% [67–92%] de todas as pessoas vivendo com HIV conheciam seu estado sorológico positivo para HIV.
  • Cerca de 8,1 milhões de pessoas não sabiam que estavam vivendo com HIV.
Pessoas vivendo com HIV com acesso à terapia antirretroviral
  • Até o fim de junho de 2019, 24,5 milhões [21,6 milhões—25,5 milhões] de pessoas vivendo com HIV tinham acesso à terapia antirretroviral.
  • Em 2018, 23,3 milhões [20,5 milhões—24,3 milhões] de pessoas vivendo com HIV tinham acesso à terapia antirretroviral, mais do que 7,7 milhões [6,8 milhões–8,0 milhões] em 2010.
  • Em 2018, 62% [47–74%] de todas as pessoas vivendo com HIV tiveram acesso ao tratamento.
    • 62% [47–75%] dos adultos com 15 ou mais anos vivendo com HIV tinham acesso ao tratamento, assim como 54% [37–73%] das crianças de 0 a 14 anos.
    • 68% [52-82%] das mulheres com 15 ou mais anos tinham acesso ao tratamento. Entretanto, apenas 55% [41-68%] dos homens com 15 ou mais anos tinham acesso.
  • 82% [62–>95%] das mulheres grávidas vivendo com HIV tinham acesso a medicamentos antirretrovirais para prevenir a transmissão do HIV para seus bebês em 2018.
Novas infecções por HIV
  • Novas infecções por HIV foram reduzidas em 40% desde o pico em 1997.
    • Em 2018, cerca de 1,7 milhão [1,4 milhão—2,3 milhões] de novas infecções por HIV, em comparação com 2,9 milhões [2,3 milhões—3,8 milhões] em 1997.
  • Desde 2010, as novas infecções por HIV diminuíram cerca de 16%, de 2,1 milhões [1,6 milhão—2,7 milhões] para 1,7 milhão [1,4 milhão—2,3 milhões] em 2018.
    • Desde 2010, novas infecções por HIV entre crianças diminuíram em 41%, de 280.000 [190.000—430.000] em 2010 para 160.000 [110.000—260.000] em 2018.
Mortes relacionadas à AIDS
  • As mortes relacionadas à AIDS foram reduzidas em mais de 55% desde o pico em 2004.
    • Em 2018, cerca de 770.000 [570.000—1,1 milhão] de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS em todo o mundo, em comparação com 1,7 milhão [1,3 milhão—2,4 milhões] em 2004 e 1,2 milhão [860.000—1,6 milhão] em 2010.
  • A mortalidade relacionada à AIDS diminuiu 33% desde 2010.
90–90–90
  • Em 2018, 79% [67-92%] das pessoas vivendo com HIV estavam diagnosticadas e conheciam seu estado sorológico positivo para HIV.
  • Entre as pessoas diagnosticadas com HIV, 78% [69—82%] tinham acesso ao tratamento.
  • Entre as pessoas com acesso ao tratamento, 86% [72—92%] tinham carga viral suprimida ou indetectável.
  • De todas as pessoas que vivem com HIV, 79% [67—92%] conheciam seu diagnóstico positivo, 62% [47—74%] tinham acesso ao tratamento e 53% [43—63%] estavam com carga viral suprimida ou indetectável em 2018.
Mulheres
  • Todas as semanas, cerca de 6.000 jovens entre 15 e 24 anos são infectadas pelo HIV.
    • Na África Subsaariana, quatro em cada cinco novas infecções entre adolescentes de 15 a 19 anos acontecem em meninas. Mulheres jovens com idade entre 15 e 24 anos têm duas vezes mais chances de viver com o HIV do que os homens.
  • Mais de um terço (35%) das mulheres em todo o mundo sofreram violência física e/ou sexual em algum momento de suas vidas.
    • Em algumas regiões, as mulheres que sofreram violência física ou sexual por parceiro íntimo têm 1,5 vez mais probabilidade de contrair o HIV do que as mulheres que não tiveram essa violência.
Populações-chave
  • As populações-chave e seus parceiros sexuais representam:
    • 54% das novas infecções por HIV em todo o mundo.
    • Mais de 95% das novas infecções por HIV na Europa do Leste e na Ásia Central.
    • 95% das novas infecções por HIV no Oriente Médio e Norte da África.
    • 88% das novas infecções por HIV na Europa Ocidental e Central e na América do Norte.
    • 78% das novas infecções por HIV na Ásia e no Pacífico.
    • 65% das novas infecções por HIV na América Latina.
    • 64% das novas infecções por HIV na África Ocidental e Central.
    • 47% das novas infecções por HIV no Caribe.
    • 25% das novas infecções por HIV na África Oriental e Austral.
  • O risco de infecção por HIV é:
    • 22 vezes maior entre homens que fazem sexo com homens.
    • 22 vezes maior entre pessoas que usam drogas injetáveis.
    • 21 vezes maior para trabalhadoras do sexo.
    • 12 vezes maior para pessoas transexuais.
HIV/Tuberculose (TB)
  • A TB continua a ser a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com o HIV, sendo responsável por cerca de uma em cada três mortes relacionadas à AIDS.
  • Em 2017, cerca de 10 milhões [9.0 milhões—11.1 milhões] de pessoas desenvolveram a doença da tuberculose, aproximadamente 9% estavam vivendo com o HIV.
    • Pessoas vivendo com HIV sem sintomas de TB precisam de terapia preventiva deTB, o que diminui o risco de desenvolver TB e reduz as taxas de mortalidade de TB/HIV em cerca de 40%.
  • Estima-se que 49% das pessoas que vivem com HIV e tuberculose desconhecem sua coinfecção e, portanto, não estão recebendo cuidados.
Investimentos
  • No final de 2018, US$ 19 bilhões (dólares constantes de 2016) estavam disponíveis para a resposta à AIDS em países de baixa e média renda, quase 1 bilhão a menos que em 2017.
    • Cerca de 56% do total de recursos para o HIV em países de baixa e média renda, em 2018, eram de fontes domésticas.
  • O UNAIDS estima que serão necessários US$ 26,2 bilhões (dólares constantes de 2016) para a resposta à AIDS em 2020.

Para acessar o relatório completo acesse aqui!